CASACOR amplia presença pelo Brasil com mostras simultâneas e novas aberturas

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A temporada 2026 da CASACOR avança pelo Brasil com uma agenda ampla e simultânea. Neste momento, seis edições estão abertas ao público no Espírito Santo, Brasília, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Tocantins e Ribeirão Preto. Até outubro, a programação ganha novos capítulos com a estreia das mostras no Rio de Janeiro, Santa Catarina, Sergipe, Paraíba e Ceará.

O circuito confirma a capilaridade da maior plataforma cultural de arquitetura, paisagismo e design de interiores das Américas. Em cada praça, a marca reúne profissionais, parceiros e visitantes em torno de diferentes leituras sobre arquitetura, interiores, paisagismo, arte e novas formas de viver.

A CASACOR Espírito Santo, aberta em 16 de julho, pode ser visitada até 8 de setembro. Já CASACOR Brasília e CASACOR Rio Grande do Sul, que estrearam simultaneamente em 12 de agosto, seguem, respectivamente, até 12 e 4 de outubro. CASACOR Minas Gerais, inaugurada em 15 de agosto, permanece aberta ao público até 6 de outubro. CASACOR Tocantins, que inaugurou em 28 de agosto, segue até 10 de outubro, e CASACOR Ribeirão Preto (na foto, um de seus espaços), que abriu as portas dia 25 de agosto, segue sua temporada até 12 de outubro.

Em setembro, entram no circuito as edições do Rio de Janeiro, de 15 de setembro a 8 de novembro, e de Santa Catarina, em Florianópolis, de 27 de setembro a 8 de novembro. E outubro marca a chegada de outras três mostras ao Nordeste. A CASACOR Sergipe acontece de 8 de outubro a 29 de novembro; a CASACOR Ceará, de 15 de outubro a 29 de novembro; e a CASACOR Paraíba, de 30 de outubro a 14 de dezembro.

Ao ocupar diferentes estados, a CASACOR evidencia a pluralidade da produção brasileira em arquitetura, design de interiores e paisagismo. As mostras partem das identidades culturais, sociais e arquitetônicas de cada território para apresentar projetos conectados a questões contemporâneas, valorizando profissionais, referências e saberes locais.

A circulação nacional também amplia o debate sobre o morar contemporâneo. sustentabilidade, bem-estar, conexão com a natureza, tecnologia, novos usos dos espaços e valorização da produção local atravessam o circuito, ganhando interpretações próprias em cada cidade.

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