Desde janeiro, as empresas no regime regular já estão experimentando o CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) nas notas fiscais, com taxas bem baixas de 0,9% e 0,1%.
No entanto, a partir de 3 de agosto isto deixa de ser um “aspecto técnico” e passa a ser uma obrigação para a emissão das notas.
Um prazo crucial se aproxima: entre 1º e 30 de setembro as pequenas e médias empresas do Simples Nacional devem decidir se optarão por transitar para o regime regular de IBS/CBS em 2027, uma escolha que impactará diretamente no bolso, no ano seguinte.
O novo sistema também oferece créditos para quem compra de fornecedores devidamente regularizados, o que pode prejudicar aqueles que dependem de fornecedores informais.
A boa notícia é que ainda há tempo para se preparar: simular diferentes cenários, revisar a lista de fornecedores e ajustar o sistema de notas fiscais. O ponto mais relevante é que compreender esta reforma agora não representa apenas uma burocracia, mas sim uma vantagem competitiva. Enquanto alguns empresários adiam a decisão, aqueles que se preparam e estudam a questão terão uma tomada de decisão mais clara, pagarão menos impostos e se destacarão em relação à concorrência que deixar tudo para a última hora.

